5 óleos essenciais que usei para controlar minha psoríase capilar

Neste artigo, quero contar quais foram os cinco óleos que utilizei e, principalmente, separar aquilo que eu vivenciei daquilo que a ciência…

Esteticista Cosmetóloga | Especialista em Terapia Capilar Integrativa

Atualizado em 5 de setembro de 2026

Neste artigo

Neste artigo, quero contar quais foram os cinco óleos que utilizei e, principalmente, separar aquilo que eu vivenciei daquilo que a ciência já conseguiu demonstrar.

Eu tenho uma relação muito particular com os óleos essenciais.

Não foi apenas estudando aromaterapia que passei a utilizá-los na terapia capilar integrativa. Em determinado momento, eu também quis compreender, na prática, como alguns desses recursos poderiam fazer parte do cuidado de uma condição inflamatória que eu conheço de perto: a psoríase no couro cabeludo.

E foi assim que comecei uma experiência pessoal utilizando uma combinação de óleos essenciais, sempre diluídos em óleo vegetal de coco extra virgem com sabor(o tradicional, usei das marcas Laszlo ou Copra), durante oito semanas.

Os cinco escolhidos foram: 

camomila-romana, patchouli, laranja-doce, copaíba e melaleuca.

Nas primeiras quatro semanas, utilizei a concentração de 1% dos óleos essenciais. Depois desse período, passei para 2% por mais quatro semanas.

Mas antes que você pense que encontrou uma “receita natural para curar a psoríase”, preciso fazer uma pausa.

Não é isso que este artigo está propondo.

Estou compartilhando uma experiência pessoal dentro da minha abordagem de terapia capilar integrativa e, ao mesmo tempo, quero colocar essa experiência em diálogo com o que a literatura científica já investigou sobre esses ingredientes.

Porque uma coisa é dizer:

“Eu usei e funcionou para mim.”

Outra, completamente diferente, é afirmar:

“A ciência comprovou que essa combinação trata a psoríase.”

E não podemos confundir essas duas coisas.

IMPORTANTE: Este artigo possui caráter educativo e relata uma experiência pessoal. Ele não substitui diagnóstico, consulta médica ou tratamento para psoríase. Os óleos essenciais são substâncias concentradas e podem apresentar contraindicações, irritação ou sensibilização. A concentração, o veículo, a forma de utilização e a indicação precisam ser individualizados. Não reproduza o tratamento descrito neste artigo sem orientação de uma profissional habilitada. Se você apresenta psoríase no couro cabeludo, especialmente com dor, sangramento, lesões extensas, piora importante ou queda capilar, procure avaliação profissional.

Antes dos óleos: o que é a psoríase do couro cabeludo?

A psoríase é uma doença inflamatória crônica e imunomediada. Quando atinge o couro cabeludo, pode provocar placas avermelhadas, descamação espessa, coceira, ardência e sensibilidade.

 

Em alguns casos, a descamação pode ser confundida com caspa ou dermatite seborreica.

 

E existe outro detalhe que considero muito importante na terapia capilar: a psoríase do couro cabeludo pode estar associada à queda temporária dos fios.

 

Isso pode acontecer, por exemplo, quando a pessoa coça intensamente ou remove as placas de maneira agressiva. A própria Academia Americana de Dermatologia orienta evitar coçar, esfregar ou tentar arrancar as escamas, porque o trauma pode piorar a condição e contribuir para a perda dos fios.

 

Por isso, quando recebo ou acompanho uma pessoa com alterações no couro cabeludo, meu primeiro pensamento não é:

 

“Qual óleo eu vou usar?”

 

É:

 

“O que exatamente eu estou vendo?”

 

Essa diferença muda completamente a conduta.

 

A tricoscopia, a avaliação clínica, a história da paciente, os sintomas e os fatores desencadeantes precisam conversar entre si.

 

A psoríase também pode apresentar períodos de melhora e exacerbação. Estresse, traumas na pele e outros fatores podem participar dessas oscilações.

 

É por isso que considero a terapia capilar integrativa um complemento dentro de uma visão mais ampla do indivíduo e não uma substituição da dermatologia.

 

Os 5 óleos que utilizei

Agora vamos ao que realmente despertou a sua curiosidade.

Quero contar quais foram os cinco óleos que utilizei e, principalmente, separar aquilo que eu vivenciei daquilo que a ciência já conseguiu demonstrar.

1. Copaíba – Copaifera officinalis

Aqui faço uma correção importante que vale para qualquer pessoa que trabalha profissionalmente com aromaterapia:

 

copaíba não deve ser colocada simplesmente na mesma categoria de um óleo essencial tradicional.

 

O produto conhecido como óleo de copaíba é, em geral, uma oleorresina obtida de espécies do gênero Copaifera.

 

E ela tem uma história particularmente interessante dentro da pesquisa sobre inflamação.

 

Um estudo publicado no Journal of Ethnopharmacology investigou a composição química e os efeitos anti-inflamatórios da oleorresina de Copaifera langsdorffii. Em modelos celulares, uma fração da oleorresina reduziu a liberação de citocinas pró-inflamatórias, incluindo IL-1β, IL-6 e TNF-α, além de interferir na ativação do NF-κB.

 

Mais interessante ainda: o trabalho descreveu uma avaliação clínica preliminar envolvendo apenas três pessoas com psoríase, nas quais houve melhora de sinais como eritema, espessamento e descamação.

 

Mas atenção ao tamanho dessa amostra.

 

Três pacientes não são suficientes para estabelecer eficácia clínica.

 

Esse estudo é uma pista científica, não uma comprovação terapêutica.

Ainda assim, ele ajuda a entender por que a copaíba desperta tanto interesse dentro das abordagens naturais relacionadas à inflamação

2. Patchouli: Pogostemon cablin

O patchouli talvez seja um dos óleos menos lembrados quando falamos sobre cuidados do couro cabeludo.

 

E justamente por isso ele me interessa.

 

O óleo de patchouli contém compostos como o patchoulol, que vêm sendo investigados por suas propriedades biológicas, inclusive relacionadas à inflamação.

 

E temos uma publicação bastante recente que merece atenção.

 

Um estudo de 2026 desenvolveu uma formulação de microemulsão em gel contendo óleo de patchouli e avaliou sua ação em um modelo de psoríase induzida por imiquimode em camundongos. A formulação reduziu o escore de lesões, a espessura epidérmica e outros indicadores associados ao processo inflamatório.

 

Isso é muito interessante para quem estuda aromaterapia e terapia capilar integrativa.

 

Mas, novamente, precisamos colocar os pés no chão.

 

O estudo foi realizado em animais e utilizou uma formulação específica desenvolvida pelos pesquisadores.

 

Isso não significa que simplesmente aplicar óleo essencial de patchouli no couro cabeludo humano produzirá o mesmo resultado.

 

São coisas diferentes.

 

O que podemos dizer é que existe uma linha de investigação científica que justifica o interesse pelo patchouli em processos inflamatórios, mas ainda precisamos de estudos clínicos adequados para saber qual seria sua real utilidade na psoríase humana.

3. Camomila-romana: Anthemis nobilis

A camomila foi uma das minhas escolhas por uma razão bastante simples: quando estamos falando de um couro cabeludo inflamado, olhar apenas para a descamação é insuficiente.

 

Precisamos pensar também no processo inflamatório.

 

Existem diferentes espécies e preparações de camomila, e isso é importante quando analisamos a literatura científica. Estudos experimentais com óleos essenciais de camomila demonstram atividade anti-inflamatória e antioxidante.

 

Uma pesquisa publicada em 2023, por exemplo, investigou diferentes óleos essenciais de camomila e encontrou efeitos relacionados à modulação de respostas inflamatórias em macrófagos e células T, incluindo mecanismos relacionados às vias NF-κB e NRF2.

 

Mais recentemente, um estudo publicado em 2024 investigou especificamente o óleo essencial de Matricaria chamomilla em um modelo de inflamação semelhante à psoríase.

 

Os pesquisadores observaram redução de marcadores inflamatórios em queratinócitos humanos e melhora de manifestações inflamatórias em um modelo murino de psoríase, associada à modulação das vias PI3K/Akt/mTOR e p38MAPK.

 

É um resultado interessante.

 

Mas existe uma diferença fundamental:

 

esse estudo não demonstra que o óleo essencial de camomila-romana controla a psoríase do couro cabeludo em seres humanos.

 

Ele nos dá uma pista biológica interessante, não uma comprovação clínica.

 

E é exatamente assim que gosto de olhar para a ciência.

 

Não diminuindo um resultado experimental, mas também não aumentando o resultado para além do que ele realmente significa.

Todo óleo essencial deve ser diluído em um carreador. Na Terapia Capilar Integrativa, prefiro os óleos vegetais pela fluidez, mas a região e o objetivo terapêutico também podem indicar outros carreadores, como as manteigas vegetais.

4. Laranja-doce: Citrus aurantium

Confesso que a laranja-doce pode parecer uma escolha curiosa quando falamos de psoríase.

 

Afinal, quando pensamos em óleos essenciais para inflamação, normalmente os nomes mais lembrados são outros.

 

Mas a composição química do óleo essencial de Citrus sinensis é bastante interessante.

 

O limoneno é um dos seus principais componentes, e pesquisas experimentais vêm investigando propriedades antioxidantes e anti-inflamatórias desse óleo.

 

Um estudo publicado em 2024 avaliou o óleo essencial de Citrus sinensis e observou redução da produção de mediadores inflamatórios, como PGE2 e óxido nítrico, em modelos celulares estimulados por LPS. O trabalho também encontrou atividades antioxidantes e dermatoprotetoras.

 

Outro estudo experimental avaliando óleos essenciais de diferentes espécies de Citrus encontrou atividade anti-inflamatória em modelos animais, com redução de migração celular, produção de citocinas e extravasamento proteico.

 

Isso significa que a laranja-doce trata a psoríase?

 

Não.

 

Significa que existe uma base experimental interessante para investigar seus componentes e suas propriedades anti-inflamatórias.

 

E foi exatamente essa perspectiva que fez sentido para mim dentro de uma estratégia integrativa.

5. Melaleuca: Tea tree

A melaleuca talvez seja a mais conhecida dessa lista.

 

O óleo essencial de Melaleuca alternifolia, conhecido como tea tree oil, é bastante estudado por suas propriedades antimicrobianas e por diferentes aplicações tópicas.

 

Mas aqui também precisamos ter cuidado.

 

A literatura sobre melaleuca e pele não permite simplesmente concluir que ela seja um tratamento comprovado para psoríase.

 

E existe uma questão de segurança que, para mim, é ainda mais importante.

 

Melaleuca pode causar dermatite de contato alérgica.

 

Há relatos publicados de reações alérgicas após seu uso tópico, e uma revisão sobre o tema destaca que a oxidação do óleo pode aumentar seu potencial alergênico.

 

Isso é especialmente relevante quando estamos falando de um couro cabeludo que já apresenta uma condição inflamatória.

 

Natural não significa automaticamente seguro.

 

E “se é bom para uma pessoa, será bom para mim” é uma lógica que não funciona na terapia capilar integrativa.

E o óleo vegetal de coco?

Aqui existe outra distinção que considero fundamental.

 

Óleo vegetal não é óleo essencial.

 

Utilizei o óleo vegetal de coco como carreador, ou seja, como veículo para diluir os óleos essenciais.

 

Isso permite trabalhar com concentrações muito menores dos óleos essenciais e evita a aplicação dos óleos voláteis diretamente sobre a pele.

 

No meu caso, a estratégia foi utilizar uma concentração de 1% durante as primeiras quatro semanas e, posteriormente, 2% durante mais quatro semanas.

 

Mas preciso deixar uma coisa muito clara:

 

essa é a descrição da minha experiência, não uma recomendação de protocolo para o leitor reproduzir em casa.

 

A concentração adequada depende do óleo utilizado, da condição da pele, da região corporal, da finalidade, da idade, das características individuais e de possíveis contraindicações.

Como foi minha experiência durante as oito semanas?

Foi justamente aqui que a experiência deixou de ser apenas uma curiosidade sobre aromaterapia.

 

Eu sei exatamente o mínimo de tempo para modular um processo inflamatório e queria observar meu couro cabeludo.

 

Não apenas “olhar no espelho”, mas perceber o comportamento da pele, a descamação, o desconforto e a evolução ao longo das semanas.

 

Durante as primeiras quatro semanas, utilizei a concentração de 1%.

 

Depois, passei para 2% por mais quatro semanas.

 

Essa experiência reforçou uma convicção que já faz parte da minha forma de trabalhar:

 

não existe um ingrediente milagroso quando estamos falando de uma condição complexa.

 

O que existe é uma estratégia.

 

E uma estratégia precisa considerar contexto, diagnóstico, condição do couro cabeludo, sintomas, histórico e resposta individual.

Mas esses óleos realmente controlam a psoríase?

Essa é provavelmente a pergunta mais importante deste artigo.

 

E minha resposta é:

 

não posso afirmar que esses cinco óleos, isoladamente, tratam ou controlam a psoríase em todas as pessoas.

 

Posso afirmar que essa foi uma experiência pessoal minha.

 

Também posso afirmar que existem estudos experimentais que justificam o interesse científico por alguns desses ingredientes, principalmente por suas propriedades relacionadas à inflamação.

 

Mas o nível de evidência é diferente para cada substância.

 

A própria diretriz da Academia Americana de Dermatologia ressalta que as evidências disponíveis para diversas abordagens alternativas e complementares na psoríase são limitadas ou conflitantes e, por isso, não permitem recomendações amplas para essas intervenções.

 

E isso não invalida a terapia integrativa.

 

Pelo contrário.

 

Para mim, significa que precisamos utilizá-la com mais responsabilidade e menos promessa.

Óleo essencial não substitui tratamento médico

Psoríase é uma doença crônica.

 

E quando ela aparece no couro cabeludo, existem tratamentos médicos específicos que podem ser indicados de acordo com a intensidade e as características da doença.

 

A Academia Americana de Dermatologia destaca opções como medicamentos tópicos, shampoos medicinais, agentes para amolecer as placas, fototerapia e, em casos selecionados, medicamentos sistêmicos ou biológicos.

 

Portanto, se você tem psoríase no couro cabeludo, não abandone seu tratamento médico para experimentar um óleo essencial de forma isolada.

 

Aromaterapia pode fazer parte de uma abordagem integrativa. Ela não precisa competir com a medicina.

 

Esse é, inclusive, um dos princípios que considero fundamentais dentro do Método AME – Terapia Capilar Integrativa: olhar para o indivíduo de maneira mais ampla, sem perder a responsabilidade clínica.

E onde entra a tricoscopia?

Aqui está um ponto que considero indispensável.

 

Quando falamos em couro cabeludo, não devemos olhar apenas para a descamação.

 

Uma pessoa pode chegar dizendo:

 

“Tenho psoríase.”

 

Mas será que é realmente psoríase?

 

Existem condições do couro cabeludo que podem apresentar descamação, eritema, coceira e alterações semelhantes.

 

Por isso, a avaliação precisa considerar história clínica, sintomas, exame físico e, quando indicada, tricoscopia digital.

 

Além disso, se existe queda capilar associada, precisamos entender se ela está relacionada ao processo inflamatório, ao ato de coçar, à remoção traumática das placas ou se existe uma segunda alteração capilar acontecendo simultaneamente.

 

É aí que a terapia capilar deixa de ser simplesmente escolher “qual óleo usar”.

 

Passamos a falar de interpretação, raciocínio clínico e individualização.

Um alerta antes de usar óleos essenciais

Se você chegou até aqui pensando em preparar exatamente a mesma mistura que eu utilizei, quero pedir que pare por alguns minutos.

 

Óleos essenciais são substâncias concentradas.

 

Eles podem provocar irritação e sensibilização, especialmente quando utilizados de maneira inadequada. A melaleuca, por exemplo, possui literatura documentando casos de dermatite alérgica de contato.

 

E um couro cabeludo com psoríase pode estar mais vulnerável a irritação e trauma.

 

Por isso, não recomendo reproduzir este tratamento por conta própria.

 

A indicação precisa considerar o óleo específico, a concentração, o veículo, a condição da pele, o tempo de contato, possíveis alergias, medicamentos em uso e outras características individuais.

O que essa experiência me ensinou

Talvez a principal conclusão das minhas oito semanas não seja “esses são os cinco melhores óleos para psoríase”.

 

Não é isso.

 

O que essa experiência reforçou para mim foi outra coisa:

 

a natureza pode oferecer recursos interessantes, mas o recurso só faz sentido quando sabemos por que estamos utilizando.

 

Camomila, patchouli, laranja-doce, copaíba e melaleuca possuem características químicas e estudos que despertam interesse.

 

Alguns resultados são in vitro.

 

Outros são realizados em animais.

 

Alguns dados são preliminares em seres humanos.

 

E minha experiência pessoal pertence a uma quarta categoria: experiência individual.

 

São níveis diferentes de evidência.

 

E saber diferenciá-los é o que nos permite trabalhar com terapias integrativas sem cair no discurso de “cura natural” ou de “óleo milagroso”.

 

Para mim, esse é o caminho mais sério.

Conclusão

Minha experiência com os cinco óleos, camomila-romana, patchouli, laranja-doce, copaíba e melaleuca, durante oito semanas foi uma experiência de cuidado pessoal que despertou ainda mais meu interesse pela aromaterapia aplicada à terapia capilar integrativa.

 

Mas existe uma diferença entre compartilhar uma experiência e transformar essa experiência em uma prescrição universal.

 

Eu prefiro ficar com a primeira opção.

 

Porque acredito que terapia capilar integrativa não é escolher um óleo e esperar que ele resolva tudo.

 

É compreender o couro cabeludo e pele.

 

É investigar.

 

É observar.

 

É interpretar.

 

É respeitar a individualidade.

 

E, principalmente, é saber quando um recurso complementar pode contribuir e quando a paciente precisa de avaliação e tratamento médico.

 

Foi justamente essa visão que me levou a integrar a aromaterapia ao Método AME – Terapia Capilar Integrativa.

 

Porque cuidar do cabelo começa muito antes de escolher o produto que vamos colocar sobre ele.

Perguntas frequentes

  • Qual óleo essencial é melhor para psoríase?

Não existe, atualmente, evidência clínica suficiente para afirmar que um determinado óleo essencial seja o melhor tratamento para psoríase. Alguns óleos apresentam resultados experimentais interessantes relacionados à inflamação, mas isso não equivale a comprovação de eficácia clínica.

  • Posso usar óleo essencial diretamente no couro cabeludo?

Não é recomendado aplicar óleos essenciais puros diretamente sobre a pele. Eles são substâncias concentradas e podem provocar irritação ou sensibilização. A utilização tópica deve considerar diluição, indicação e características individuais.

  • Óleo de coco pode ser usado como carreador?

O óleo vegetal de coco pode ser utilizado como veículo em formulações aromaterápicas, mas a escolha do carreador deve considerar a finalidade, a condição da pele e as características individuais.

  • Óleos essenciais podem curar a psoríase?

Não há evidência científica suficiente para afirmar que óleos essenciais curem a psoríase. A psoríase é uma doença crônica e seu tratamento deve ser individualizado.

  • Psoríase no couro cabeludo pode causar queda de cabelo?

Pode haver queda temporária associada à psoríase do couro cabeludo, especialmente por coçar ou traumatizar a região e remover as placas de forma agressiva. A queda persistente, entretanto, merece investigação para identificar outros possíveis fatores.

Referências científicas principais

  • Chen et al. Essential Oil of Matricaria chamomilla Alleviate Psoriatic-Like Skin Inflammation by Inhibiting PI3K/Akt/mTOR and p38MAPK Signaling Pathway. 2024.
  • Chamomile essential oils exert anti-inflammatory effects involving human and murine macrophages: Evidence to support a therapeutic action. 2023.
  • Gong et al. Patchouli oil microemulsion-in-gel system for topical treatment of psoriasis. 2026.
  • El Hachlafi et al. Chemical Composition and Assessment of the Anti-Inflammatory, Antioxidant, Cytotoxic and Skin Enzyme Inhibitory Activities of Citrus sinensis Essential Oil. 2024.
  • GC-MS profiling of the phytochemical constituents of the oleoresin from Copaifera langsdorffii and a preliminary in vivo evaluation of its antipsoriatic effect.
  • Tea tree oil: contact allergy and chemical composition.
  • American Academy of Dermatology. Scalp psoriasis: Diagnosis and treatment.
  • American Academy of Dermatology. Psoriasis clinical guideline.

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Sobre a autora

Mayra Leite

Esteticista Cosmetóloga em Terapia Capilar Integrativa. Idealizadora do Método AME, unindo ciência, experiência clínica e abordagens integrativas para transformar a saúde capilar e a prática de profissionais.